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Com outro ritmo

 

Jaime Fernández Garrido

Morrer é deixar de abraçar

 
Morrer é deixar de abraçar
Nenhum dia está perdido se pudemos abraçar a alguém.

22 DE OUTUBRO DE 2011

Nascemos para abraçar e ser abraçados, isso fazemos inclusive quando não conhecemos aos que estão ao nosso redor.


Nos abraçamos diante de uma boa notícia, nos abraçamos na vitória (observa o que ocorre com o público nos espetáculos esportivos), nos abraçamos quando saímos de um perigo. Nos abraçamos sempre que necessitamos expressar alegria.


Nos abraçamos também na dor. Choramos no abraço de alguém que perdeu a um ser querido. Colocamos nossa mão sobre o ombro daqueles que mais queremos quando a dor os faz baixar a cabeça. O abraço é a única maneira de nos comunicar quando não podemos expressar nossos sentimentos. Quando abraçamos a alguém damos e recebemos carinho.


Cada abraço que damos ajuda a aliviar a dor. O abraço distancía a solidão porque faz que desapareça em um só instante. Quando nos sentimos abraçados é como se voltasse a saúde: o contato da temperatura de outro corpo nos invade com uma sensação indispensável de tranquilidade e carinho. Quando estamos deprimidos ou tristes, nada nos alivía tanto como o abraço de alguém que queremos.


Minha segunda filha Kenia me recorda cada dia, porque “inventou” uma senha para que nos abracemos. Ela só tem nove anos, mas sempre amou abraçar-me desde que era muito pequena, assim que seja qual for a hora do dia que volto para casa ou ela regressa da escola, sempre me pergunta: “O que não teve hoje?” E então nos abraçamos; fazemos de uma maneira quase “interminavel” e sem nenhuma razão. Somente porque nos queremos. Não podemos deixar passar um só dia sem dar-nos um abraço.


As coisas seriam muito diferentes em nossa vida se aprendessemos a dar abraços sinceros.


Quando nos sentimos mal, um abraço nos faz lembrar que somos importantes para alguém. Quando estamos enfermos, o abraço nos faz sentir queridos. Quando tudo vai bem, cada abraço é uma manifestação de carinho, de alegria ou de vitória.


Se temos medo por alguma razão, um abraço nos pode dar a confiança que necessitamos: desde que somos crianças nos agarramos as pernas de nossos pais quando estamos em uma situação difícil, e alí nos sentimos seguros. Ao longo de nossa vida nos sentimos protegidos quando nos abraçamos.


Já prestou atenção como todas as crianças levantam as mãos para seus pais para serem abraçados? Todos necessitamos desta segurança. Todos levantamos nossos braços.


Quando abraçamos damos segurança. Quando alguém a quem queremos nos abraça, fortalece nossa alma: nos sentimos valorizados, apreciamos o que significa o carinho sincero.


Nenhum dia está perdido se pudemos abraçar a alguém.


 (Do livro "30 passos para a amizade" Editorial Lid, Jaime Fernández Garrido) 
 

 

 

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